Práticas clínicas envolvendo o uso de medicamentos psicotrópicos no contexto prisional: uma revisão integrativa
DOI:
https://doi.org/10.5712/rbmfc21(48)4933Palavras-chave:
Prisões, Psicotrópicos, Assistência à saúde mentalResumo
Introdução: A população privada de liberdade é considerada público-alvo do processo de medicalização. Objetivo: Realizar levantamento bibliográfico sistematizado da literatura acerca das práticas clínicas envolvendo medicamentos psicotrópicos aplicadas a este público-alvo. Métodos: Revisão integrativa da literatura baseada na aplicação dos descritores “prisões”, “psicotrópicos” e “assistência à saúde mental” – e seus respectivos descritores em inglês – às bases de dados Scopus, Science Direct, National Center for Biotechnology Information (NCBI, via PubMed) e Google Scholar, tendo como ponto de partida a pergunta de pesquisa “Quais as estratégias utilizadas no contexto do sistema prisional acerca das práticas clínicas envolvendo o uso de psicotrópicos?”. Resultados: Foram selecionados 18 artigos, por meio dos quais depreende-se que a reformulação das políticas de saúde prisional deve incluir programas de redução de danos, ampliação do acesso a serviços de saúde mental, fortalecimento das redes de apoio dentro e fora das prisões e observância aos determinantes sociais do consumo de psicofármacos. Conclusão: Os resultados deste estudo contribuem como subsídio para que educadores, profissionais de saúde, gestores e formuladores de políticas públicas desenvolvam estratégias mais assertivas, diretivas, efetivas e seguras para assistência à saúde desta população.
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