De que território os médicos do Programa de Saúde da Família estão falando?

Autores

  • Luiza Maria de Castro Augusto Alvarenga Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo
  • Cleide Lavieri Martins Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5712/rbmfc5(17)176

Palavras-chave:

Programa Saúde da Família, Pesquisa Qualitativa, Educação Médica

Resumo

Este artigo teve por objetivo apresentar algumas reflexões do estudo sobre a prática médica no Programa de Saúde da Família (PSF) e a mudança de modelo assistencial em saúde a partir do estudo de caso de uma região de Saúde da cidade de Vitória, Espírito Santo, utilizando a abordagem qualitativa na coleta e análise dos relatos de sete médicos. Neste estudo, os médicos entrevistados falaram sobre a prática do PSF e a mudança individualmente vivida; uma das categorias de análise foi a relação entre o médico e o território. Os médicos que participaram deste estudo não conheciam o território na concepção primordial que transforma o modelo, tratando-o como área de abrangência geograficamente delimitada, o que não traz oportunidades de práticas de saúde, as quais demonstrem a mudança do paradigma causal do processo de adoecimento contido na Constituição Federal brasileira, que admite a mulitcausalidade com determinação social.

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Biografia do Autor

Luiza Maria de Castro Augusto Alvarenga, Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo

Médica Sanitarista, da Secretaria Estadual de Saúde – Vitória (ES), Brasil. Mestre em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil.

Cleide Lavieri Martins, Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo

Docente do Departamento de Prática de Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil.

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Publicado

2010-03-25

Como Citar

1.
Alvarenga LM de CA, Martins CL. De que território os médicos do Programa de Saúde da Família estão falando?. Rev Bras Med Fam Comunidade [Internet]. 25º de março de 2010 [citado 17º de maio de 2022];5(17):16-23. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/176

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa