Consumidores de fármacos: o que pensam e o que sabem?

  • Luiz Miguel Santiago
  • Salvador Massano Cardoso
Palavras-chave: Medicina Interna, Preparações Farmacêuticas, Farmácia, Economia Farmacêutica, Quimioterapia

Resumo

Na sociedade atual, é cada vez mais marcante o papel da terapêutica farmacológica na atividade curativa desempenhada pelos médicos. A aquisição de medicamentos não sujeitos a receita médica é também hoje uma realidade em farmácia e em parafarmácia. É fonte de preocupação a segurança pela utilização de medicamentos, bem como o desenvolvimento de políticas equitativas de acesso a cuidados de saúde e a medicamentos. A utilização de medicamentos será tanto melhor realizada quanto melhor for o conhecimento dos utilizadores acerca do processo fármaco-terapêutico, resultando em ganhos de saúde e em melhoria de eficiência. Para tal, defende-se o estudo do conhecimento que o público detém sobre medicamentos, em particular no ambiente de Medicina Geral e Familiar, no qual o peso desta realidade deve ser medido.

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Biografia do Autor

Luiz Miguel Santiago

Médico, Chefe de Serviço de Clínica Geral, Centro de Saúde de Eiras, ARS do Centro, Coimbra, Portugal.

Salvador Massano Cardoso

Professor catedrático e diretor do Instituto de Higiene e Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.

Publicado
2008-11-17
Como Citar
Santiago, L. M., & Cardoso, S. M. (2008). Consumidores de fármacos: o que pensam e o que sabem?. Revista Brasileira De Medicina De Família E Comunidade, 4(13), 46-52. https://doi.org/10.5712/rbmfc4(13)218
Seção
Artigos de Pesquisa