El acceso a las consultas médicas en los servicios de salud pública
DOI:
https://doi.org/10.5712/rbmfc11(38)1185Palabras clave:
Acceso a los Servicios de Salud. Visitas a las consultas médicas. Comportamiento del Consumidor. Sistema Único de SaludResumen
Objetivo: Evaluar el acceso a las consultas médicas en los servicios públicos de la salud. Métodos: Investigación transversal, analítica de base poblacional en un municipio de porte medio, en el estado de Minas Gerais, Brasil. Los datos fueron recolectados a partir de cuestionario semiestructurado a una muestra representativa del municipio, de 2150 individuos. El tratamiento estadístico considero el nivel de significación p<0,05. Resultados: De los entrevistados, 19,4% afirmaron haber buscado un profesional/servicio público de salud, en los 15 días anteriores a la entrevista. Entre estos, 75,6% fueron en la Atención Primaria a la Salud (APS). La mayor búsqueda fue del sexo femenino (p<0,001) y los que no tienen seguro de salud (p<0,001). La mayoría (77,2%) fue atendida la primera vez que buscó el servicio de salud pública. Se puede destacar una mayor prevalencia al no acceso cuando la búsqueda fue en el APS y para tratamiento/rehabilitación (p<0,05). La utilización de consultas médicas en el año fue observada para 54,4%, con mayores promedios para mujeres, adultos y los que no tienen seguro (p<0,05). Conclusión: Se necesita volver a pensar la gestión de la salud pública y las prácticas de los profesionales para efectuar el acceso a las consultas médicas. Así, se sugiere adoptar medidas de recepción y educación permanente junto a los profesionales de la salud de la familia.
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