Desarrollo de una guía rápida para práctica de atención a la salud de la población transgénero

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5712/rbmfc14(41)2027

Palabras clave:

Personas Transgénero, Atención Primaria de Salud, Guía de Práctica Clínica

Resumen

Problema: Los derechos fundamentales de las personas transgénero son negados cotidianamente. En este escenario, el prejuicio actúa como determinante social de salud impactando en la prevalencia de problemas de salud mental e infecciones sexualmente transmisibles (ISTs). El objetivo fue el desarrollo de un resumen de evidencias para apoyar la atención clínica y fundamentar la capacitación de los profesionales de la Atención Primaria de Salud de Florianópolis - SC, con el fin de mejorar los resultados de salud de esa población. Métodos: Basado en la herramienta PACK - interfaz accesible e intuitiva en el modelo pregunte, solicite, aconseje y trate - ya implementada en el municipio de Florianópolis. El método de revisión rápida fue utilizado para la búsqueda de evidencia, priorizando resúmenes de práctica clínica y protocolos internacionales. Las fuentes primarias se utilizaron cuando los datos anteriores eran insuficientes o conflictivos. Las preguntas de búsqueda siguieron el acrónimo PICO y la recomendación fue clasificada de acuerdo con la adaptación GRADE del Center of Excellence para Transegender Health. Resultados: Se creó la Guía Rápida para Práctica de Atención a la Salud de la Población Transgénero siguiendo el modelo PACK Brasil. El mismo aguarda aprobación del PACK Brasil y del Ambulatorio de Atención Integral a la Población Transexual de Florianópolis para futura incorporación del material. Conclusión: A pesar de la falta de evidencia de calidad y estudios dirigidos a la población específica, la existencia de directrices en este campo legitima la necesidad de atención a la salud transgénero, además de auxiliar profesionales de salud y formuladores de políticas sobre cómo atender a estas necesidades. En la perspectiva de reducción de daños, debemos transponer la barrera del estigma social e institucional para la producción de directrices consensuadas en busca de equidad para población trangénero.

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Biografía del autor/a

Bruna Pontes Silva, Escola de Saúde Pública de Florianópolis

Graduada em medicina pela Ponntifícia Universidade Católica de São Paulo e residente de Medicina de Família e Comunidade da Escola de Saúde Pública de Florianópolis. 

Anelise Alves Nunes Schons, Escola de Saúde Pública de Florianópolis

Possuo graduação em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina (2014). Fiz Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade (fev.2015-fev.2017) na Prefeitura Municipal de Florianópolis pela Escola de Saúde Pública de Florianópolis (ESP-FLORIPA). Concluí também a Especialização de Preceptoria em Medicina de Família e Comunidade - Ênfase em Clínica de MFC pela UNASUS e UFCSPA em 2018 e a Especialização em Preceptoria de Residência Médica no SUS pelo Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Atualmente trabalhando com vínculo de estatutária na Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura Municipal de Florianópolis, em ESF. Atuando como preceptora do programa Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade pela Escola de Saúde Pública de Florianópolis (ESP-Floripa) e na Rede Docente-Assistencial como preceptora do estágio curricular em Medicina de Família e Comunidade do curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina.

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Publicado

2019-09-03

Cómo citar

1.
Silva BP, Schons AAN. Desarrollo de una guía rápida para práctica de atención a la salud de la población transgénero. Rev Bras Med Fam Comunidade [Internet]. 3 de septiembre de 2019 [citado 15 de mayo de 2026];14(41):2027. Disponible en: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2027

Número

Sección

Revisiones Clínicas

Plaudit