Obesidad abdominal en adultos de un municipio del estado de Bahia: un estudio transversal

Autores/as

  • Ramon Reis Silva Universidade Estadual de Feira de Santana – Feira de Santana (BA), Brasil https://orcid.org/0000-0002-1001-2588
  • Eder Pereira Rodrigues Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Departamento de Ciências da Saúde – Feira de Santana (BA), Brasil
  • Fernanda Prohmann Villas Boas Universidade Estadual de Feira de Santana – Feira de Santana (BA), Brasil https://orcid.org/0009-0009-6153-7796
  • Hilari Alves Lopes Universidade Estadual de Feira de Santana – Feira de Santana (BA), Brasil https://orcid.org/0009-0001-9877-7867
  • Isabele Carolina Tokumoto Universidade Estadual de Feira de Santana – Feira de Santana (BA), Brasil https://orcid.org/0009-0001-4640-4380
  • Thatiane Silva Costa Tapioca Universidade Estadual de Feira de Santana, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva – Feira de Santana (BA), Brasil
  • Joselice Almeida Gois Universidade Estadual de Feira de Santana, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva – Feira de Santana (BA), Brasil https://orcid.org/0000-0001-8870-3509
  • Mônica de Andrade Nascimento Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Saúde – Feira de Santana (BA), Brasil https://orcid.org/0000-0003-3945-4301
  • Carlito Lopes Nascimento Sobrinho Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Saúde – Feira de Santana (BA), Brasil https://orcid.org/0000-0002-6387-3760

DOI:

https://doi.org/10.5712/rbmfc21(48)4276

Palabras clave:

Obesidad abdominal, Predominio, Factores de riesgo, Estudios de población en salud pública

Resumen

Introducción: Se estima que alrededor de 2.300 millones de adultos en todo el mundo tendrán sobrepeso en 2025, y 700 millones de personas serán obesas. Esto representa una amenaza para la población brasileña, ya que la obesidad abdominal está asociada a un estado de inflamación crónica, que contribuye al desarrollo de factores de riesgo cardiovascular. Objetivo: Estimar la prevalencia e identificar los factores asociados a la obesidad abdominal en adultos inscritos en la Estrategia de Salud Familiar de Mucugê (BA). Métodos: Se trata de un estudio transversal, cuya muestra estuvo compuesta por individuos adultos residentes y registrados en la Estrategia de Salud de la Familia (ESF) del municipio de Mucugê (BA). La recolección de datos se realizó mediante visitas domiciliarias en los meses de noviembre y diciembre de 2021 y marzo de 2022. Se tomaron medidas antropométricas y se administró un cuestionario que contenía información sociodemográfica, hábitos de vida y conocimientos sobre hipertensión. Resultados: De los 337 entrevistados, la mayoría eran mujeres (64%) y pardas (62,9%). La edad promedio fue de 46,7 años (±15,6). Se observó una alta prevalencia de individuos con alto riesgo cardiovascular según la evaluación de la circunferencia abdominal (79,8%), con predominio del sexo femenino (87,5%). La presencia de obesidad abdominal se asoció con el aumento de la edad, un mayor número de hijos, un bajo nivel educativo, el consumo previo de tabaco y la hipertensión arterial autoinformada. Conclusiones: Considerando que la obesidad abdominal se relaciona con mayores riesgos de problemas cardiovasculares, se recomienda medir la circunferencia abdominal en atención primaria. Además, el conocimiento de los factores asociados a esta condición puede ayudar a implementar estrategias de salud dirigidas a prevenirla y controlarla.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Métricas

Cargando métricas ...

Biografía del autor/a

Eder Pereira Rodrigues, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Departamento de Ciências da Saúde – Feira de Santana (BA), Brasil

Professor Adjunto do Curso de Graduação em Enfermagem, no Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Mestre em Saúde Coletiva (UEFS). Doutor em Processos Interativos em Órgãos e Sistemas (UFBA), Membro do grupo de pesquisa Sala de Situação e Análise Epidemiológica e Estatística (SSAEE/UEFS).

 

Hilari Alves Lopes, Universidade Estadual de Feira de Santana – Feira de Santana (BA), Brasil

 

 

Thatiane Silva Costa Tapioca, Universidade Estadual de Feira de Santana, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva – Feira de Santana (BA), Brasil

 

 

Joselice Almeida Gois, Universidade Estadual de Feira de Santana, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva – Feira de Santana (BA), Brasil

 

 

Mônica de Andrade Nascimento, Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Saúde – Feira de Santana (BA), Brasil

 

 

Citas

World Health Organization. Obesity: preventing and managing the global epidemic: report of a WHO consultation. Geneva: World Health Organization; 2000.

Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Diretrizes brasileiras de obesidade 2016. 4.ed. São Paulo: ABESO; 2016.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Vigitel Brasil 2021: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico: estimativas sobre frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2021. Brasília: Ministério da Saúde; 2021.

Rezende LFM. A epidemia de obesidade e as DCNT. Causas, custos e sobrecarga o SUS [Internet]. [acessado em Jun. 14, 2023]. Disponível em: https://rezendelfm.github.io/obesidade-e-as-dcnt/

Prado WL, Lofrano MC, Oyama LM, Dâmaso AR. Obesidade e adipocinas inflamatórias: implicações práticas para a prescrição de exercício. Rev Bras Med Esporte. 2009;15(5):378-83. https://doi.org/10.1590/S1517-86922009000600012 DOI: https://doi.org/10.1590/S1517-86922009000600012

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo demográfico 2022. Rio de Janeiro: IBGE; 2023.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estimativa da população para 2009. Brasília: IBGE; 2009.

Silvany Neto AM. Bioestatística sem segredos. Salvador: Editora Universitária do Centro Editorial e Didático; 2008.

Brasil. Ministério da Saúde. Hipertensão arterial sistêmica para o SUS. Brasília: Ministério da Saúde; 2006.

Souza A, Rodrigues A, Mainardi G, Venâncio I, Lopes L, Formoso M, et al. Guia para realização do exame de antropometria. Pesquisa Nacional de Saúde 2019. Laboratório de Avaliação Nutricional de Populações [Internet]. São Paulo: Universidade de São Paulo, Departamento de Nutrição; 2019 [acessado em Abr. 24, 2023]. Disponível em: https://www.pns.icict.fiocruz.br/wp-content/uploads/2021/03/Guia-para-a-realizacao-do-exame-de-antropometria-2019.pdf

Jayedi A, Soltani S, Zargar MS, Khan TA, Shab-Bidar S. Central fatness and risk of all cause mortality: systematic review and dose-response meta-analysis of 72 prospective cohort studies. BMJ. 2020;370:m3324. https://doi.org/10.1136/bmj.m3324 DOI: https://doi.org/10.1136/bmj.m3324

Malta M, Cardoso LO, Bastos FI, Magnanini MMF, Silva CMFP. Iniciativa STROBE: subsídios para a comunicação de estudos observacionais. Rev Saúde Pública. 2010;44(3):559-65. https://doi.org/10.1590/S0034-89102010000300021 DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-89102010000300021

Brasil. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos [Internet]. Brasília: Diário Oficial da União; 2012 [acessado em Abr. 24, 2023]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2013/res0466_12_12_2012.html

Eickemberg M, Amorim LDAF, Almeida MCC, Pitanga FJG, Aquino EML, Fonseca MJM, et al. Obesidade abdominal no ELSA-Brasil: construção de padrão-ouro latente e avaliação da acurácia de indicadores diagnósticos. Ciênc Saúde Colet. 2020;25(8):2985-98. https://doi.org/10.1590/1413-81232020258.20992018 DOI: https://doi.org/10.1590/1413-81232020258.20992018

Sabóia RS, Araújo AP, Barbosa JMA, Galvão CEP, Cruvel JMS, Ferreira SCN. Obesidade abdominal e fatores associados em adultos atendidos em uma clínica escola. Rev Bras Promoc Saúde. 2016;29(2):259-67. https://doi.org/10.5020/18061230.2016.p259 DOI: https://doi.org/10.5020/18061230.2016.p259

Oliveira LC, West LEM, Araújo EA, Brito JS, Nascimento Sobrinho CL. Prevalência de adiposidade abdominal em adultos de São Francisco do Conde, Bahia, Brasil, 2010. Epidemiol Serv Saúde. 2015;24(1):50-3. https://doi.org/10.5123/S1679-49742015000100015 DOI: https://doi.org/10.5123/S1679-49742015000100015

Mendonça CNG. Obesidade abdominal e alterações lipídicas: prevalência e fatores associados em adultos de uma região do Nordeste brasileiro [dissertação de mestrado]. Recife: Universidade Federal de Pernambuco; 2018.

Pinho CPS, Diniz AS, Arruda IKG, Batista Filho M, Coelho PC, Sequeira LAS, et al. Prevalência e fatores associados à obesidade abdominal em indivíduos na faixa etária de 25 a 59 anos do Estado de Pernambuco, Brasil. Cad Saúde Pública. 2013;29(2):313-24. https://doi.org/10.1590/S0102-311X2013000200018 DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-311X2013000200018

Martins-Silva T, Mola CL, Vaz JS, Tovo-Rodrigues L. General and abdominal obesity in adults living in a rural area in Southern Brazil. Rev Saúde Pública. 2018;52(suppl 1):7s. https://doi.org/10.11606/S1518-8787.2018052000264 DOI: https://doi.org/10.11606/S1518-8787.2018052000264

Martins-Silva T, Vaz JS, Mola CL, Assunção MCF, Tovo-Rodrigues L. Prevalências de obesidade em zonas rurais e urbanas no Brasil: Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. Rev Bras Epidemiol. 2019;22:E190049. https://doi.org/10.1590/1980-549720190049 DOI: https://doi.org/10.1590/1980-549720190049

Veloso HJF, Silva AAM. Prevalência e fatores associados à obesidade abdominal e ao excesso de peso em adultos maranhenses. Rev Bras Epidemiol. 2010;13(3):400-12. https://doi.org/10.1590/S1415-790X2010000300004 DOI: https://doi.org/10.1590/S1415-790X2010000300004

Ronsoni RDM, Pereira MR, Silva RH da, Becker IC, Sehnen Júnior L. Prevalência de obesidade e seus fatores associados na população de Tubarão-SC. Arq Catarin Med. 2005;34(3).

Trémollieres FA, Pouilles JM, Ribot CA. Relative influence of age and menopause on total and regional body composition changes in postmenopausal women. Am J Obstet Gynecol. 1996;175(6):1594-600. https://doi.org/10.1016/S0002-9378(96)70111-4 DOI: https://doi.org/10.1016/S0002-9378(96)70111-4

Polden M, Mantle J. Fisioterapia em ginecologia e obstetrícia. 2a ed. São Paulo: Santos; 2000.

Kac G, Velásquez-Meléndez G, Coelho MASC. Fatores associados à obesidade abdominal em mulheres em idade reprodutiva. Rev Saúde Pública. 2001;35(1):46-51. https://doi.org/10.1590/S0034-89102001000100007 DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-89102001000100007

Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Mapa da obesidade [Internet]. [acessado em Ago. 05, 2023]. Disponível em: https://abeso.org.br/mapa-da-obesidade

Perkins KA, Epstein LH, Stiller RL, Fernstrom MH, Sexton JE, Jacob RG, et al. Acute effects of nicotine on hunger and caloric intake in smokers and nonsmokers. Psychopharmacology (Berl). 1991;103(1):103-9. https://doi.org/10.1007/BF02244083 DOI: https://doi.org/10.1007/BF02244083

Chiolero A, Faeh D, Paccaud F, Cornuz J. Consequences of smoking for body weight, body fat distribution, and insulin resistance. Am J Clin Nutr. 2008;87(4):801-9. https://doi.org/10.1093/ajcn/87.4.801 DOI: https://doi.org/10.1093/ajcn/87.4.801

Filozof C, Fernández Pinilla MC, Fernández-Cruz A. Smoking cessation and weight gain. Obes Rev. 2004;5(2):95-103. https://doi.org/10.1111/j.1467-789X.2004.00131.x DOI: https://doi.org/10.1111/j.1467-789X.2004.00131.x

Perkins KA. Weight gain following smoking cessation. J Consult Clin Psychol. 1993;61(5):768-77. https://doi.org/10.1037//0022-006X.61.5.768 DOI: https://doi.org/10.1037/0022-006X.61.5.768

Ribeiro Filho FF, Mariosa LS, Ferreira SRG, Zanella MT. Gordura visceral e síndrome metabólica: mais que uma simples associação. Arq Bras Endocrinol Metab. 2006;50(2):230-8. https://doi.org/10.1590/S0004-27302006000200009 DOI: https://doi.org/10.1590/S0004-27302006000200009

Weidmann P, de Courten M, Boehlen L, Shaw S. The pathogenesis of hypertension in obese subjects. Drugs. 1993;46 Suppl 2:197-208; discussion 208-9. https://doi.org/10.2165/00003495-199300462-00030 DOI: https://doi.org/10.2165/00003495-199300462-00030

Perereira MG. Epidemiologia teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2008.

Publicado

2026-07-06

Cómo citar

1.
Silva RR, Rodrigues EP, Boas FPV, Lopes HA, Tokumoto IC, Tapioca TSC, et al. Obesidad abdominal en adultos de un municipio del estado de Bahia: un estudio transversal. Rev Bras Med Fam Comunidade [Internet]. 6 de julio de 2026 [citado 17 de septiembre de 2026];21(48):1-11. Disponible en: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/4276

Número

Sección

Artículos de Investigación

Plaudit