Caracterización de la vulnerabilidad familiar en un contexto de exclusión social
DOI:
https://doi.org/10.5712/rbmfc21(48)4637Palabras clave:
Exclusión social, Bioética, FenomenologíaResumen
Introducción: Este artículo es el resultado de una investigación realizada por un grupo que estudia a las familias dentro del contexto interdisciplinario de la bioética. Familia y vulnerabilidad son dos términos distintos pero interrelacionados, que difieren tanto en la observación cotidiana como en los enfoques teóricos. Objetivo: El estudio tiene como objetivo analizar y caracterizar, desde una perspectiva interdisciplinaria, la vulnerabilidad familiar en contextos de exclusión social. Parte de la pregunta: ¿Cómo se entienden las relaciones familiares en contextos de múltiples vulnerabilidades? Métodos: Se trata de un estudio fenomenológico, transversal, descriptivo y cualitativo, con muestreo aleatorio asimétrico, en el que participaron 12 personas mayores de 18 años en diferentes etapas familiares: jóvenes solteros, recién casados, familias con niños pequeños, familias con hijos adolescentes, familias con hijos que se han independizado y personas mayores. Las entrevistas semiestructuradas se grabaron, transcribieron y analizaron con el software Iramuteq. Resultados: Los resultados se agruparon en cuatro categorías: experiencia principal, valoración, aspectos negativos y percepción de la realidad, las cuales están interconectadas, es decir, ninguna anula a las demás. Esto aclara una forma particular de concebir esta realidad, que puede explicarse así: la familia es el espacio social donde se da la experiencia concreta de los vínculos incondicionales; el límite de la pertenencia a ella se pone a prueba mediante la postura moral de «valorarla» o no; un espacio idealizado que contrasta con un lugar donde se aprenden «cosas malas», pero que, en realidad, puede fallar y reproducir las mismas vulnerabilidades que intenta remediar. Conclusiones: El análisis abarca las experiencias familiares, la convivencia, las historias de vida y las relaciones con la familia, los amigos y la comunidad. Existen factores inconmensurables como la adaptación a las rutinas diarias, el trabajo, las finanzas, la falta de diálogo y los riesgos para la salud.
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