Barreras de acceso a los Servicios de Atención Primaria de Salud: una revisión de alcance de la literatura nacional e internacional
DOI:
https://doi.org/10.5712/rbmfc21(48)5087Palabras clave:
Atención primaria de salud, Accesibilidad a los servicios de salud, Barreras de acceso a los servicios de saludResumen
La Atención Primaria de Salud (APS) constituye el eje estructurante de sistemas de salud equitativos y resolutivos, siendo la principal puerta de entrada a la atención. Sin embargo, las barreras de acceso comprometen su efectividad en diferentes contextos. Este estudio realizó una revisión de alcance con el objetivo de mapear las barreras de acceso a los servicios de APS en la literatura nacional e internacional. El protocolo metodológico siguió las directrices del Joanna Briggs Institute (JBI) y la lista de verificación PRISMA-ScR, abarcando búsquedas realizadas el 25 de julio de 2025 en las bases de datos MEDLINE/PubMed, LILACS, SciELO, BDENF, Scopus, Web of Science, Embase, CINAHL y Google Scholar, además de literatura gris. Se incluyeron estudios que abordaron barreras relacionadas con el acceso de individuos o poblaciones a la APS, sin restricción de año de publicación o idioma. Se aceptaron investigaciones primarias y secundarias, de carácter empírico, cualitativas, cuantitativas o de métodos mixtos, y de cualquier diseño metodológico. Cabe destacar que se incluyeron estudios realizados en contextos territoriales específicos, como áreas rurales, ribereñas y periféricas, siempre que estuvieran dirigidos a la población general. La síntesis de los 13 estudios incluidos reveló siete categorías principales de barreras: geográficas, organizacionales, financieras, estructurales, socioculturales, comunicacionales y relacionales. Se destacaron las dificultades asociadas al transporte y la distancia, la escasez de profesionales, la insuficiencia de financiamiento, las barreras arquitectónicas, los costos y las desigualdades de género. El acceso a la APS es multidimensional y depende de políticas integradas que articulen los determinantes sociales, la gestión intersectorial y el fortalecimiento de la educación permanente, con el fin de garantizar una APS equitativa, accesible y coordinadora del cuidado.
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