Abordagem da doença arterial obstrutiva periférica na Atenção Primária à Saúde: um relato de caso

Autores

  • Hassã Pereira Lemos Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil https://orcid.org/0000-0003-0162-5857
  • Marianny da Silva Barreto Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil https://orcid.org/0000-0003-4057-0262
  • Marília de Oliveira Cunha Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil https://orcid.org/0000-0001-9705-9647
  • Maria Clara Sousa Evangelista Vieira Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil
  • Thaynã Albuquerque da Silva Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil https://orcid.org/0000-0002-5983-8313
  • Isadora Teixeira de Freitas Cavalcante Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil
  • Rebeca Alvares Dias Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil
  • Wellison Gil Magalhães de Almeida Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5712/rbmfc21(48)4504

Palavras-chave:

Doença arterial periférica, Índice Tornozelo-Braço, Atenção primária à saúde, Relatos de casos

Resumo

Introdução: A Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP) é uma das doenças ateroscleróticas que mais causam morbidade cardiovascular. Apesar de o seu sintoma clássico ser a claudicação intermitente, ela não está presente em todos os pacientes, especialmente nos mais idosos. Os principais fatores de risco para o desenvolvimento dessa doença são: envelhecimento, apresentando maior incidência após os 50 anos de idade; tabagismo; sedentarismo; hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus; dislipidemia; e história de doença arterial coronariana e cerebrovascular. O Índice Tornozelo-Braquial (ITB) é o método padrão-ouro para o diagnóstico da DAOP e pode ser realizado ambulatorialmente por qualquer profissional da saúde. Apresentação do caso: Apresenta-se um caso de DAOP grave que foi identificado na Atenção Primária à Saúde (APS) por meio da realização do ITB e conduzido de forma eficaz pelo médico assistente, com melhora importante dos sintomas do paciente. Conclusão: A identificação da DAOP de forma precoce na APS, por meio do ITB, melhora a qualidade de vida dos pacientes e reduz as consequências negativas provocadas pelo subdiagnóstico da doença. Nesse sentido, a APS, por meio de seus atributos de longitudinalidade e de primeiro contato, é fundamental para o diagnóstico e tratamento dessa doença.

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Biografia do Autor

Hassã Pereira Lemos, Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil

 



Maria Clara Sousa Evangelista Vieira, Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil

 



Thaynã Albuquerque da Silva, Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil

 



Isadora Teixeira de Freitas Cavalcante , Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil

 



Rebeca Alvares Dias , Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil

 



Wellison Gil Magalhães de Almeida, Universidade Christus, Curso de Medicina – Fortaleza (CE), Brasil

 



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Publicado

2026-05-29

Como Citar

1.
Lemos HP, Barreto M da S, Cunha M de O, Vieira MCSE, Silva TA da, Cavalcante IT de F, et al. Abordagem da doença arterial obstrutiva periférica na Atenção Primária à Saúde: um relato de caso. Rev Bras Med Fam Comunidade [Internet]. 29º de maio de 2026 [citado 30º de maio de 2026];21(48). Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/4504

Edição

Seção

Casos Clínicos

Plaudit