Instrumentos de rastreio e diagnóstico de transtornos depressivos utilizados na atenção primária

uma revisão integrativa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5712/rbmfc18(45)3817

Palavras-chave:

Questionário de saúde do paciente, Atenção primária à saúde, Depressão, Programas de rastreamento, Transtornos mentais.

Resumo

Introdução: A prevalência de transtornos depressivos na população em geral é significativa, e a Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha um papel crucial na abordagem dessas questões. A implementação de instrumentos de rastreamento e diagnóstico desses transtornos na APS é uma das estratégias propostas para aprimorar a qualidade do atendimento. No entanto, há uma lacuna de conhecimento em relação à eficácia dessas abordagens. Objetivo: Identificar os instrumentos de rastreamento e entrevistas diagnósticas mais empregados em pesquisas envolvendo pacientes que procuram assistência em serviços de APS devido a sintomas depressivos. Métodos: Este estudo constitui uma revisão integrativa da literatura, que abordou as bases de dados LILACS e MEDLINE no período compreendido entre outubro e dezembro de 2020. A seleção dos artigos incorporou pesquisas realizadas na APS, as quais empregaram um ou mais instrumentos para rastreamento e/ou diagnóstico de transtornos depressivos. A análise dos títulos, resumos e textos completos foi realizada por pelo menos dois pesquisadores, que extraíram os dados por meio de uma planilha padronizada. Os resultados são apresentados de forma descritiva e narrativa. Resultados: Após a aplicação dos critérios de elegibilidade, foram selecionados 413 artigos. Foram identificados 22 instrumentos empregados no rastreamento e diagnóstico da depressão em estudos realizados na APS. O instrumento de rastreamento mais mencionado é o Patient Health Questionnaire e a entrevista diagnóstica mais utilizada foi a Mini International Neuropsychiatric Interview. Predominam os estudos publicados após 2011, realizados na Europa, com população adulta não idosa, visando identificar a prevalência de depressão em diferentes grupos sociais. A maioria dos estudos utilizou instrumentos longos, com critérios analíticos complexos, sem validação e/ou adaptação para a APS, além de apresentarem restrições quanto aos problemas de saúde analisados, tornando-os limitados para uso geral na APS. Conclusões: O emprego de instrumentos de rastreamento e diagnóstico para depressão na APS pode representar uma estratégia relevante para aprimorar os cuidados oferecidos a essa população. Contudo, é crucial conduzir pesquisas adicionais a fim de analisar tanto os benefícios quanto as potenciais desvantagens dessa abordagem. Além disso, é imperativo um esforço mais substancial na seleção criteriosa dos instrumentos mais adequados para aplicação.

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Biografia do Autor

Meirielli Vieira Bruzeguini , Universidade Federal do Espírito Santo – Vitória (ES), Brazil.

Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva

Talita Falqueto Pereira, Universidade Federal do Espírito Santo – Vitória (ES), Brazil.

Graduação em Fonoaudiologia

Marcela Lamborghini Pagel , Universidade Federal do Espírito Santo – Vitória (ES), Brazil.

Graduação em  Fonoaudiologia

Thayane Cintra Lemos, Universidade Federal do Espírito Santo – Vitória (ES), Brazil.

Graduação em Terapia Ocupacional

Emily da Silva Prata, Universidade Federal do Espírito Santo – Vitória (ES), Brazil.

Graduação em Nutrição

Kamila Castro da Cruz, UUniversidade Federal do Espírito Santo – Vitória (ES), Brazil.

Graduação em Terapia Ocupacional

Thiago Dias Sarti, Universidade Federal do Espírito Santo – Vitória (ES), Brazil.

Departamento de Medicina Social

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva

Maria Carmen Viana, Universidade Federal do Espírito Santo – Vitória (ES), Brazil.

Departamento de Medicina Social

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva

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Publicado

2023-10-09

Como Citar

1.
Bruzeguini MV, Pereira TF, Pagel ML, Lemos TC, Prata E da S, Cruz KC da, Sarti TD, Viana MC. Instrumentos de rastreio e diagnóstico de transtornos depressivos utilizados na atenção primária: uma revisão integrativa. Rev Bras Med Fam Comunidade [Internet]. 9º de outubro de 2023 [citado 3º de março de 2024];18(45):3817. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/3817

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

Plaudit