Psicólogo en atención primaria
percepción de los usuarios sobre el desempeño del professional
DOI:
https://doi.org/10.5712/rbmfc20(47)4629Palabras clave:
Atención Primaria de Salud, Psicología, Salud PúblicaResumen
Introducción: En Brasil, los psicólogos ingresaron a la salud pública a fines de la década de 1970. A partir de ese período, hubo una expansión de sus acciones en las áreas: hospitalaria, ambulatoria y de la red de atención primaria. Identificar las creencias y percepciones que tiene la población sobre la labor de los psicólogos puede ayudar a mejorar el trabajo realizado en atención primaria. Para que este profesional proponga acciones que realmente satisfagan las necesidades de los sujetos y territorios. Objetivo: Identificar las percepciones de los usuarios de unidades de salud de atención primaria sobre el rol de los psicólogos. Métodos: Se trata de un estudio descriptivo con enfoque cualitativo. Los participantes fueron 30 usuarios registrados en unidades de atención primaria, que tuvieron contacto con al menos un tipo de atención con el psicólogo. Para la recolección de datos se realizó una entrevista semiestructurada y los datos fueron analizados según la técnica de análisis de contenido temático. Resultados: Se identificó la percepción del rol del psicólogo como alguien que tiene capacidad de escucha calificada; quien ayuda y apoya en momentos difíciles; que proporcione orientación; quien apoya al equipo de salud y como agente de promoción de la salud. En este estudio, se conoció que comprender las posibilidades de acción del psicólogo puede ayudar a romper estigmas en salud mental y contribuir para una mejor adhesión de los usuarios al servicio. Conclusiones: Se identifica la necesidad de superar el predominio de la psicoterapia individual en la atención primaria, ampliando constantemente las acciones colectivas. Se enfatiza la importancia de que las acciones de los psicólogos consideren al individuo en su contexto social, histórico y cultural, de acuerdo con las demandas de la región. Estrategias como grupos, talleres, acciones comunitarias e intervenciones intersectoriales fortalecen la promoción de la salud, contribuyen a la prevención de enfermedades y fomentan la autonomía y el protagonismo social. Para transformar este enfoque, es fundamental pasar de la atención centrada en el individuo a un modelo más amplio y colectivo, capaz de responder plenamente a las necesidades de la población y promover cambios sostenibles en las condiciones de vida.
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