Por el fin del “médico general”: una nueva nomenclatura
DOI:
https://doi.org/10.5712/rbmfc21(48)4739Palabras clave:
Terminología, Médicos generales, Medicina familiar y comunitária, Medicina general, Educación de postgrado en medicineResumen
Introducción: En Brasil, no hay consenso sobre cómo referirse a un médico que no tiene especialidad: clínico, médico generalista, clínico generalista, etc. Estos términos se superponen con especialidades existentes: Medicina Interna (en Brasil, “Clínica Médica”) y Medicina de Familia. El objetivo de este trabajo es explorar la causa de la variedad de términos, apuntar sus consecuencias negativas y proponer una nueva nomenclatura. Método: Ensayo con revisión no sistemática de la literatura nacional e internacional. Resultados: Brasil es uno de los pocos países que utiliza la expresión “Clínica Médica” en vez de “Medicina Interna”. Los artículos de opinión escritos por miembros de los Consejos Médicos expresan orientaciones conflictivas. Esto lleva a confusión en la literatura académica, en las selecciones públicas y en la comunicación con el público. Conclusión: Cambiar el nombre de “Clínica Médica” a Medicina Interna estaría más alineado con las referencias internacionales y haría más fácil la comprensión. El uso de la expresión “médico sin especialidad” haría la comunicación más clara y evitaría malentendidos con especialidades generalistas, como Medicina de Familia y Medicina Interna.
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