Reconocimiento y Manejo de los Trastornos Musculoesqueléticos (TME) Relacionados con el Trabajo por Residentes de Medicina Familiar
DOI:
https://doi.org/10.5712/rbmfc20(47)4791Palabras clave:
Enfermedades musculoesqueléticas, Trastornos de traumas acumulados, Medicina Familiar y Comunitaria, Educación médicaResumen
Introducción: La Salud del Trabajador (ST) es un componente esencial de la salud pública en Brasil, siendo la Atención Primaria de Salud (APS) la puerta de entrada para las demandas relacionadas con el trabajo. La Medicina Familiar y Comunitaria (MFC), especialidad orientada a la APS, considera la ST como un área de competencia central. Sin embargo, el abordaje de los Trastornos Musculoesqueléticos Relacionados con el Trabajo (TME-RT), muy prevalentes y de gran impacto, enfrenta desafíos como la subnotificación sistémica y un manejo parcial. Objetivo: Evaluar el conocimiento y el manejo de los residentes de MFC sobre los TME-RT, con enfoque en las estrategias no farmacológicas y en el manejo del flujo de pacientes en la Red Nacional de Atención Integral a la Salud del Trabajador (RENAST), además de investigar posibles asociaciones con el período de la residencia médica. Métodos: Se realizó un estudio transversal con residentes de un programa de MFC en São Paulo (SP, Brasil) (n=17), mediante un cuestionario electrónico autoadministrado (vía REDCap) con 22 preguntas dividido en cinco secciones. Se realizaron análisis descriptivos y pruebas no paramétricas (Prueba Exacta de Fisher y Kruskal-Wallis) para evaluar asociaciones con el período del programa de residencia. Resultados: La tasa de respuesta fue del 40,5%. La mayoría de los participantes se identificaron como mujeres cisgénero y cursaban el período intermedio de la residencia médica. Casi todos (94,1%) reportaron haber atendido pacientes con quejas relacionadas con el trabajo y el 70,6% diagnosticaron TME-RT en los últimos 12 meses. La investigación sobre la ocupación actual/anterior fue inconsistente, pero la evaluación de factores de mejoría/empeoramiento fue frecuente. El reconocimiento de la diferencia entre los términos Lesión por Esfuerzo Repetitivo (LER) y TME-RT, y la frecuencia diagnóstica, se asociaron significativamente con el período en el programa de residencia (p<0,05). Menos de la mitad (47,1%) conocía la obligatoriedad de notificar los TME-RT a través del Sistema de Información de Agravios de Notificación (SINAN). La derivación al Centro de Referencia en Salud del Trabajador (CEREST/CRST) se realizó en el 41,2% de los casos. Conclusiones: Los residentes de MFC entran en contacto y desarrollan capacidad conceptual y diagnóstica para los TME-RT, pero demuestran lagunas significativas en lo que respecta a la notificación obligatoria de este cuadro vía SINAN, una competencia que no se asoció con el tiempo de formación.
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