Programa Integrado de Residencias en Salud de Salvador: experiencia de una política municipal de formación
DOI:
https://doi.org/10.5712/rbmfc21(48)5020Palabras clave:
Residencia Médica, Atención Primaria de Salud, Capacitación Profesional, Sistema Único de SaludResumen
Problema: La expansión de los programas de residencia en Medicina Familiar y Comunitaria (MFC) constituye una estrategia para fortalecer la Atención Primaria de Salud (APS) y el Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil. En Salvador, la creación del Programa Integrado de Residencias en Salud (Programa Integrado de Residências em Saúde – PIRS) buscó ampliar la capacidad formadora de la gestión municipal y fortalecer la integración entre la gestión, la formación y los servicios de salud. Este relato de experiencia describe su implementación, expansión y consolidación, con énfasis en la MFC y en la integración entre la gestión, la formación y los servicios de salud. Método: Relato de experiencia desarrollado a partir de la sistematización de la implementación del PIRS entre 2019 y 2024, basado en documentos institucionales y registros administrativos de la Escuela de Salud Pública de Salvador. El análisis se centró en los Programas de Residencia en Medicina Familiar y Comunitaria, considerando datos sobre la expansión de los programas, el número de residentes, preceptores y la creación de nuevos programas de residencia. Resultados: La implementación del PIRS institucionalizó mecanismos de apoyo financiero para los residentes, fortaleció la preceptoría y consolidó la coordinación pedagógica, ampliando la participación de la gestión municipal en la formación en salud. Se observó la expansión de los programas de MFC, el aumento del número de residentes y preceptores, la incorporación de nuevas residencias médicas y multiprofesionales y la implementación de iniciativas innovadoras, como el año adicional de formación en MFC con énfasis en salud mental y atención a personas en situación de calle. También se observó una reducción de las tasas de abandono en los años más recientes, aunque no fue posible establecer una relación causal. Conclusión: El PIRS fortaleció la capacidad formadora de la red municipal, la integración entre la gestión, la formación y los servicios de salud, y la preceptoría, constituyéndose como una estrategia prometedora para apoyar la formación en áreas prioritarias del SUS e inspirar iniciativas similares en otros municipios.
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